quarta-feira, 19 de julho de 2023

ORGANIZAÇÃO DA TRAVESSIA DA SERRA DO TABULEIRO: Equipamentos, o que levar, o que vestir no corpo e no espírito!

O Parque Estadual da Serra do Tabuleiro é a maior unidade de conservação de proteção integral de Santa Catarina, ocupando cerca de 84.130 hectares — aproximadamente 1% do território do estado. Criado em 1975, o parque abrange nove municípios, incluindo Florianópolis, Palhoça, Santo Amaro da Imperatriz e Imaruí. 

Localizado em uma região estratégica da Mata Atlântica, o parque abriga cinco das seis principais formações vegetais desse bioma no estado: restinga, manguezal, floresta ombrófila densa, floresta com araucárias e campos de altitude. Essa diversidade de habitats sustenta uma rica biodiversidade, incluindo espécies ameaçadas como pumas, antas, jacarés-de-papo-amarelo e o preá-das-ilhas, além de ser um importante criadouro natural de aves marinhas no arquipélago de Moleques do Sul. 

O parque também é essencial para a preservação de recursos hídricos, protegendo nascentes de rios como o Vargem do Braço, Cubatão e D’Una, que abastecem a Grande Florianópolis e o litoral sul catarinense.

Para os visitantes, o parque oferece centros de visitantes em Palhoça, Imaruí e São Bonifácio, com trilhas ecológicas e atividades de educação ambiental. Destacam-se atrações como o Morro do Cambirela, com 1.052 metros de altitude, e o Rio Cubatão, propício para a prática de rafting. 

Em resumo, o Parque Estadual da Serra do Tabuleiro é um patrimônio natural de grande importância ecológica, científica e turística para Santa Catarina.


Para as Mulheres na Natureza o Parque Estadual Serra do Tabuleiro - o PAEST, é realmente um lugar sem igual!

Um lugar sem igual onde poucas mulheres já estiveram. Os desafios para chegar potencializam a superação, o silêncio absurdo oportuniza a reflexão, a paisagem única, o vazio, o tudo e o nada. Um lugar ímpar de onde ninguém volta a mesma pessoa que foi, a transformação é inevitável!

São três dias de caminhada sobre as montanhas sobre terrenos desregulares e desnivelados, com trechos por águas, terra, pedras, campos de altitude e mata atlântica, com subidas e descidas de montanhas carregando cada uma sua própria mochila cargueira com os seus equipamentos.

Nível: difícil

Distância: Uma média de 9 km por dia, total de 27 km para os três dias

Altitude alcançada: 1222 m

O cenário inóspito da Serra do Tabuleiro permite grandes revoluções interiores, o nada é o tudo que se precisa para dar um tempo para a mente, a condição ideal para profundas reflexões, sem dúvidas é uma grande oportunidade de autoconhecimento e para medir o autocontrole diante das condições que as montanhas oferecem.

O grupo exclusivamente feminino para essa Travessia é um fator chave para a vibração da energia feminina, conversas e compartilhamentos dos nossos assuntos entre amigas que estão juntas nessa jornada de descoberta e ressignificação.

A nossa organização é profissional.

O QUE ESTÁ INCLUSO
  • Traslado de Florianópolis para o ponto de início da travessia
  • Resgate ao término do 3º dia no ponto final da travessia para retorno à Florianópolis
  • Alimentação coletiva:
  • Dois jantares de montanha
  • Dois cafés da manhã de montanha
  • Condução por guia profissional treinada, experiente e credenciada para conduzir pessoas no Parque Estadual Serra do Tabuleiro
  • Organização e preparo passo-a-passo das participantes sobre alimentação, equipamentos, organização da mochila, o que vestir e o que levar, através de vídeos ilustrativos, materiais escritos em PDF e grupo de whatsapp.
  • Seguro Aventura
  • Grupo exclusivamente feminino
*Aluguel de equipamentos: mochila cargueira, barraca, isolante térmico e saco de dormir

O período da temporada de travessias é de junho à início de setembro, época do ano em que o clima está mais favorável, friozinho, menos chuvas e o solo do campos de altitudes menos encharcado.

Para conduzir grupos no modo comercial no Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, que é quando o participante paga para realizar a aventura,  é necessário que a(o) guia tenha a credencial certa que autoriza a conduzir pessoas e grupos no Parque Estadual da Serra do Tabuleiro - PAEST. 

Texto e imagens de uso exclusivo das Mulheres na Natureza, é proibida a cópia ou reprodução.





O QUE VESTIR E LEVAR – ROUPAS e CALÇADOS

  • Boné / bandana / gorro
  • Um par de botas de caminhada ou tênis em ótimo estado com garras no solado, que não esteja guardado há muito tempo sem uso, pois estes descolam a sola no caminho
  • Uma muda de roupas para caminhar - para usar todos os três dias a mesma roupa:
  • Uma calça para atividade outdoor, de trilha ou legging
  • Três camadas de blusas para aquecimento, conforme segue:
  • Três camisetas mangas longas (segunda pele) - uma para cada dia
  • Uma blusa fleece
  • Uma jaqueta anorak - com capuz, forro e que também serve como corta-vento
  • Quatro pares de meias de tamanhos médio ou longo - um par para cada dia da travessia e um par reserva
  • Uma muda de roupas para dormir na barraca - para usar a mesma nas duas noites em que passaremos acampadas nas montanhas, sugestões:
  • Meia-calça de lã
  • Calça de soft
  • Um meião de lã
  • E as demais peças para compor o figurino da roupa de dormir repete mesmas usadas também para caminhar: camiseta, fleece e cabe até colocar a jaqueta anorak por cima se precisar para aquecer à noite também.
O QUE LEVAR - ITENS DIVERSOS

  • Água (1litro) - não precisa carregar muita água pois tem água na montanha para reabastecer conforme a gente caminha
  • Apito 
  • Bastão de caminhada
  • Capa de chuva
  • Clorin (purificador de água)
  • Documento de identificação (ex: carteira de identidade)
  • Filtro solar - pequeno, somente a quantidade suficiente para rosto, pescoço e mãos
  • Itens de higiene pessoal (Lenço umedecido, escova e pasta de dentes)
  • Joelheira - para descer a montanha no 3º dia da travessia
  • Lanches para três dias de caminhada (barra de cereal, chocolate, grãos, sanduíches...)
  • Lanterna - de cabeça e um jogo de pilhas extras
  • Lenço umedecido - para higiene do corpo de uma forma geral
  • Luvas - de caminhada, pode ser também o modelo simples, de jardinagem
  • Óculos de sol e/ou grau
  • Pratinho e talheres - plástico ou alumínio
  • Sheettube ou pazinha para enterrar coco 
  • Remédios de uso pessoal 
  • Repelente

*Tudo na versão minimalismo - somente o que for usar para o período da travessia

O QUE LEVAR - ITENS DE ACAMPAMENTO

  • Mochila cargueira 
  • Capa para a mochila
  • Barraca 
  • Saco de dormir 
  • Isolante térmico 

VEJA A DESCRIÇÃO DO QUE SERIA O IDEAL DOS EQUIPAMENTOS LISTADOS ACIMA:

MOCHILA CARGUEIRA

A mochila cargueira ideal para mulheres em travessias de montanha precisa ser ergonômica, ajustada ao corpo feminino e eficiente na distribuição de peso, além de resistente e funcional para longas distâncias. Abaixo estão as principais características a considerar:

1. Capacidade adequada
  • Volume: entre 50 e 70 litros (ideal para travessias de 3 a 7 dias).

  • Acima de 65L só se carregar equipamentos de inverno ou for autossuficiente por muitos dias.

  • Mochilas muito grandes sobrecarregam — o ideal é otimizar o peso e o volume.

2. Formato e estrutura anatômica feminina

  • Costado mais curto, adaptado a troncos menores.

  • Alças de ombro com curvatura anatômica, que evitam pressão sobre o busto.

  • Cinturão abdominal acolchoado e ajustável à largura da pelve feminina.

  • Mochilas específicas para mulheres são mais confortáveis e evitam lesões por atrito ou má distribuição de carga.

3. Sistema de ajuste do costado (altura das costas)

  • Permite ajustar a mochila à altura do tronco, essencial para manter o centro de gravidade estável.

  • Modelos com regulagem fina evitam sobrecarga em ombros ou quadris.

4. Boa transferência de peso para o quadril

  • Cinturão lombar largo e firme (mas confortável), que transfere de 70% a 80% do peso da mochila para os quadris.

  • Reduz fadiga nos ombros e melhora a estabilidade durante a caminhada.

5. Boa ventilação nas costas

  • Sistema de ventilação (costado em tela suspensa ou canais de ar) ajuda a reduzir suor e desconforto.

  • Importante em ambientes úmidos ou quentes.

6. Aberturas e bolsos acessíveis

  • Acesso frontal (tipo mala), lateral e pelo fundo para facilitar a organização.

  • Bolsos laterais expansíveis, bolsos na tampa e no cinturão para itens de rápido acesso (snacks, mapa, celular, etc.).

7. Materiais resistentes e leves

  • Tecidos como nylon ripstop ou poliéster de alta densidade.

  • Costuras reforçadas, especialmente nas alças e pontos de maior tração.

  • Peso da mochila vazia entre 1,8 kg e 2,5 kg (quanto mais leve, melhor, sem abrir mão da durabilidade).

8. Recursos adicionais úteis

  • Compartimento separado para saco de dormir.

  • Capa de chuva embutida.

  • Fitas de compressão lateral e inferior.

  • Fitas externas para bastões, isolante térmico, piqueta ou crampons.

  • Compatibilidade com sistema de hidratação (refil de água).


CAPA DA MOCHILA

A capa de mochila cargueira é um item simples, mas extremamente útil em travessias de montanha. Seu principal papel é proteger a mochila e seus conteúdos da chuva, umidade e sujeira, o que é essencial em ambientes instáveis e de difícil acesso. Abaixo estão os principais benefícios:

1. Proteção contra chuva e umidade

  • Evita que o conteúdo da mochila (roupas, saco de dormir, eletrônicos, etc.) fique molhado.

  • Fundamental em travessias com clima instável, garoa constante, neblina ou tempestades.

2. Evita acúmulo de lama e sujeira

  • Protege a parte externa da mochila em trilhas com barro, vegetação densa ou lamaçal.

  • Facilita a limpeza após a trilha.

3. Aumenta a durabilidade da mochila

  • Reduz o desgaste do tecido externo e zíperes por abrasão de galhos, pedras ou exposição direta ao sol e umidade.

4. Melhora a visibilidade e segurança

  • Muitas capas têm cores vivas ou detalhes refletivos, facilitando a localização do caminhante em neblina, áreas de mata fechada ou ao entardecer.

  • Útil em situações de emergência ou resgate.

5. Ajuda a reduzir a retenção de água na mochila

  • Mochilas com tecidos resistentes à água ainda podem encharcar com chuva contínua. A capa forma uma barreira adicional e mais eficiente.

6. Adaptação prática e leve

  • É leve (geralmente entre 100g e 250g) e compactável — cabe em qualquer bolso da mochila.

  • Fácil de colocar e retirar rapidamente durante mudanças de tempo.

7. Protege itens externos amarrados na mochila

  • Protege isolantes, tênis, bastões ou qualquer equipamento preso do lado de fora da mochila.


Dica extra:

  • Mesmo com a capa, é recomendado usar sacos estanques ou sacos plásticos internos para garantir que itens essenciais fiquem 100% secos (roupas, eletrônicos, comida).

  • Capas com elástico e fecho ajustável se fixam melhor e não saem com o vento.

BARRACA

A barraca ideal para travessias de montanha precisa equilibrar leveza, resistência às intempéries e praticidade no transporte e montagem. Abaixo estão as principais características que ela deve ter:

1. Peso leve e compacta

  • Peso total: até 2,5 kg para 1 ou 2 pessoas.

  • Volume dobrado: compacta o suficiente para caber facilmente na mochila.

  • Importante em travessias longas com ganho de elevação.

2. Boa resistência ao vento

  • Estrutura aerodinâmica, com perfil baixo e formato que favorece a dispersão do vento.

  • Varetas de alumínio (mais leves e resistentes que as de fibra de vidro).

  • Estabilidade estrutural em áreas expostas, como cumes e cristas.

3. Impermeabilidade confiável

  • Coluna d’água: idealmente acima de 3.000 mm no sobreteto e 5.000 mm no piso.

  • Costuras seladas e zíperes protegidos contra chuva.

  • Piso com material resistente à abrasão e infiltração.

4. Boa ventilação

  • Múltiplas aberturas com tela (mesh) e janelas ou dutos para evitar condensação interna.

  • Importante para regiões frias, úmidas ou com grandes variações térmicas.

5. Dupla camada (sobreteto + quarto interno)

  • Ajuda a manter temperatura interna mais estável.

  • Melhora a impermeabilidade e o conforto térmico.

  • Permite o uso do sobreteto sozinho em situações mais leves.


SACO DE DORMIR

O saco de dormir ideal para mulheres em travessias de montanha precisa proporcionar conforto térmico, leveza e bom isolamento, respeitando as particularidades do corpo feminino, que tende a sentir mais frio em regiões como pés e quadril. A seguir, as características mais importantes:

1. Temperatura de conforto adequada (não só o limite!)

  • Mulheres devem se basear sempre na temperatura de conforto, não na de limite.

  • Para montanha, idealmente:

    • Conforto entre 0 °C e 5 °C para travessias em clima frio ou de altitude no Brasil.

    • -5 °C ou menor se for para alta montanha ou áreas com geada (como Serra Fina ou Patagônia).

2. Formato anatômico feminino

  • Mais estreito nos ombros e mais largo nos quadris, para encaixar melhor no corpo feminino.

  • Ajuda a manter o calor mais próximo do corpo e evita pontos de frio.

  • Modelos femininos também costumam ter isolamento extra na região dos pés e tronco (onde as mulheres perdem mais calor).

3. Isolamento térmico eficiente

  • Pluma de ganso (down): mais leve e compactável, ótimo isolamento, porém mais caro e exige cuidado com a umidade.

  • Fibra sintética (poliéster, hollow fiber, etc.): mais pesada e volumosa, mas mantém o calor mesmo úmido. Ideal para regiões com muita umidade ou para iniciantes.

4. Peso e volume compactos

  • Ideal pesar entre 900g e 1,6kg (dependendo da temperatura e tipo de enchimento).

  • Deve ser fácil de comprimir para caber na mochila cargueira.

  • Modelos de pluma são bem mais compactos — ótimos para travessias de vários dias.

5. Formato tipo sarcófago (múmia)

  • Essencial para travessias de montanha.

  • Mais justo ao corpo → menos ar para aquecer → mais eficiência térmica.

  • Deve ter capuz ajustável para proteger a cabeça do frio (por onde se perde muito calor).

6. Recursos adicionais importantes

  • Zíper com trava e proteção contra vento (flap).

  • Bolso interno para guardar itens sensíveis (como baterias ou celular).

  • Zíper lateral até o pé para ventilação e mais conforto em noites mais quentes.

  • Compartimento para os pés mais largo (box foot) para evitar compressão térmica.



ISOLANTE TÉRMICO

O isolante térmico ideal para travessias de montanha deve oferecer eficiência na retenção de calor, conforto para o sono e baixo peso, considerando que as mulheres geralmente sentem mais frio, especialmente ao dormir. Abaixo estão as principais características a observar:

1. Alto poder de isolamento térmico (valor R)

  • R-Value (valor R): indica a capacidade de isolamento térmico do isolante.

    • R ≥ 3,5 → adequado para climas frios (montanhas do Brasil).

    • R ≥ 4,5 a 5,5 → ideal para clima de alta montanha, áreas com geada, neve ou vento frio constante.

  • Mulheres costumam precisar de maior valor R que os homens para garantir o mesmo conforto térmico.

2. Comprimento e largura adequados

  • Deve cobrir ombros até os pés, evitando que partes do corpo fiquem fora do isolante (o que causa perda de calor).

  • Algumas marcas oferecem modelos femininos mais largos nos quadris e mais estreitos nos ombros, melhorando o encaixe e o conforto térmico.

3. Tipo de isolante

  • Inflável com isolamento interno (ex: Therm-a-Rest, Sea to Summit Insulated):

    • Excelente isolamento, compactável, confortável e leve.

    • Pode ter isolamento em espuma ou material refletivo (Thermal Reflective Layer).

  • Auto-inflável:

    • Boa combinação entre conforto e praticidade.

    • Um pouco mais pesado e volumoso, mas confiável e mais resistente ao frio do chão.

  • EVA aluminizado (isolante de espuma):

    • Mais barato, resistente, leve e simples.

    • Baixo conforto e menor isolamento (R-Value entre 1 e 2) — pode ser usado como camada adicional sob outro isolante inflável para climas frios.

4. Conforto para o sono

  • Mulheres têm sono mais sensível ao frio, e geralmente dormem de lado → isolantes com espessura ≥ 5 cm (nos infláveis) são mais confortáveis.

  • Superfície com textura antiderrapante ajuda a manter o saco de dormir no lugar durante a noite.

5. Peso e volume

  • Para travessias, o peso ideal é entre 300g e 700g (inflável ultraleve) ou até 1kg (auto-inflável).

  • Deve ser compactável o suficiente para não ocupar muito espaço na mochila.


BASTÃO DE CAMINHADA

O uso de bastões de caminhada em travessias e trekkings oferece uma série de benefícios físicos, técnicos e de segurança. Eles são especialmente úteis em terrenos acidentados, subidas íngremes, descidas longas e caminhadas com carga. Abaixo estão os principais:

1. Reduz o impacto nas articulações

  • Diminui a sobrecarga nos joelhos, tornozelos e quadris, especialmente em descidas longas.

  • Muito benéfico para pessoas com histórico de dores nas articulações ou lesões.

2. Melhora o equilíbrio e a estabilidade

  • Oferece quatro pontos de contato com o solo (em vez de dois), aumentando a estabilidade em:

    • Terrenos irregulares

    • Travessias de rios

    • Trechos com lama, neve ou pedras soltas

3. Aumenta a eficiência na subida

  • Ajuda a impulsionar o corpo usando a força dos braços e ombros.

  • Alivia a fadiga muscular nas pernas durante aclives intensos.

4. Reduz o cansaço geral

  • Distribui o esforço físico entre membros superiores e inferiores.

  • Caminhadas longas com mochila pesada se tornam menos exaustivas.

5. Melhora a postura e respiração

  • Estimula uma postura mais ereta, abrindo o tórax e facilitando a respiração.

  • Evita curvaturas excessivas da coluna, comuns com mochilas cargueiras.

6. Aumenta a segurança

  • Serve de apoio em situações instáveis ou escorregadias.

  • Pode ser usado para testar a firmeza do terreno à frente (ex.: buracos, pedras soltas).

  • Também útil para afastar vegetação, galhos ou até animais pequenos.

7. Ajuda no ritmo e cadência

  • Bastões podem ser usados para manter um ritmo constante e economizar energia ao longo do tempo.

8. Versatilidade

  • Pode ser usado como estrutura de abrigo leve (ex.: tarp ou lona ultraleve).

  • Serve de suporte em primeiros socorros improvisados (ex.: tala para imobilização).


















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Meu nome é Ione Maculan, sou guia de turismo de Santa Catarina, idealizadora das Mulheres na Natureza e escritora desse blog.

As informações são resultado de anos de experiência no turismo de aventura oferecendo ações como hiking, trekking e travessias, ensinando as mulheres sobre organização, equipamentos e comportamento no ambiente natural.

As fotos são de uso exclusivo das Mulheres na Natureza, não podem ser copiadas ou reproduzidas por qualquer motivo e de qualquer maneira, sob pena de agravantes judiciais.


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